Mostrar mensagens com a etiqueta Descartes. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Descartes. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 4 de abril de 2018

Os textos que fizeram Filosofia


COMO CHEGA DESCARTES À PRIMEIRA VERDADE?

 Descartes chega à primeira verdade, utilizando a simples estratégia de submeter todos os conhecimentos à dúvida (metódica, implacável, hiperbólica, radical, provisória e universal) “À descoberta da verdade, pensei que era necessário rejeitar como falso tudo aquilo em que pudesse imaginar a menor dúvida”. Assim, acaba por concluir que conhecimentos matemáticos e intelectuais não resistem à dúvida, sendo que a primeira verdade indubitável que Descartes atinge é o cogito “res cogitans” (coisa que pensa), que consiste no facto de existir realmente alguém que está a pôr tudo aquilo em causa. Assim, após a descoberta do cogito, Descartes enumera o critério de verdade cartesiano que logicamente o cogito cumpre:
- São verdadeiras todas a proposições que são tão claras e distintas como o cogito.
- O conhecimento constrói-se a partir de duas operações do pensamento: a intuição e a dedução.

Bernardo Branco Teixeira, nº 2, 11ºB


Os textos que fizeram Filosofia



COMO SE EXPLICA A OPOSIÇÃO ENTRE RACIONALISMO E EMPIRISMO?




TEXTO II - Em relação ao problema da origem do conhecimento, dois modelos, o racionalismo de Descartes e o empirismo de David Hume dão, logicamente, diferentes respostas. No caso do racionalismo de Descartes este acredita que pode alcançar todo o conhecimento partindo da dúvida, sendo que as proposições que resistirem à dúvida serão as ideias inatas, que fazem parte da razão e não necessitam de experiência (a priori), sendo que Descartes conclui que é através destas ideias inatas que se alcançará todo o conhecimento, apoiando-se deste modo na razão, como as suas palavras confirmam "...se funda pelo menos em grande parte na razão".
Já David Hume, por seu lado, acredita que é através dos sentidos, da experiência sensível, que podemos alcançar algum tipo de conhecimento, no entanto, possuímos limites do pensamento, as impressões, visto que as ideias são cópias menos vivas e menos intensas das impressões e assim, não podemos ter ideias, pensamentos, caso seja algo a que nunca estivemos expostos, ou seja que nunca tivemos uma impressão. "Para os empiristas a razão é uma tábua rasa onde se inscrevem as impressões precedentes do mundo exterior."
Conclui-se assim, que as respostas ao problema da origem do conhecimento, se centram no racionalismo que se apoia na razão e no empirismo que se apoia nos sentidos.

Bernardo Branco Teixeira, nº 2, 11ºB

Os textos que fizeram Filosofia


COMO SE EXPLICA A OPOSIÇÃO ENTRE O RACIONALISMO E O EMPIRISMO?


 TEXTO I - Quanto ao problema da origem do conhecimento, existem duas correntes opostas: o racionalismo, defendido por Descartes e o empirismo, defendido por David Hume.
O racionalismo defende que o conhecimento provém da razão, sendo por isso constituído por ideias inatas, ou seja, ideias consideradas absolutas e necessárias. O conhecimento é portanto originado por intuição racional. Com efeito, o conhecimento para os racionalistas forma-se exclusivamente com base na razão.
   Por outro lado, o empirismo defende que o conhecimento surge através dos sentidos, ou seja, da experiência. Neste caso, o autor afirma que para os empiristas, o sujeito cognoscente ou ser pensante nasce sem qualquer tipo de ideias ou conhecimento porque a “razão é uma tábua rasa onde nada está escrito antes da experiência" que Hume assinala através das "impressões procedentes do mundo exterior". Dito por outras palavras o sujeito adquire o conhecimento através da experiência.

António Cachada, 11ºA